quinta-feira, 30 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
O que é uma anã marrom? Também conhecida como “estrela
fracassada”, uma anã marrom é um corpo pouco brilhante que não consegue
iniciar a fusão de hidrogênio em seu núcleo, como as estrelas comuns
fazem. Isso acontece porque, embora seja mais massiva do que um planeta,
não possui massa suficiente para ser uma estrela, sendo vistas como o elo perdido entre os gigantes gasosos e estrelas.A primeira anã marrom foi descoberta em 1995, mas cientistas já previam sua existência desde 1960.Uma anã marrom é composta principalmente
por hidrogênio e hélio, mas também contém elementos como deutério e
lítio. Possui um tamanho semelhante ao de Júpiter, e apresenta um fraco
brilho avermelhado (e não marrom, como o nome sugere). A temperatura
média desse corpo varia entre 1.000 e 3.400 ºC.Assim como as estrelas comuns, as anãs
marrons se formam com o colapso gravitacional de nuvens de gás e poeira.
Após se formarem, a anã marrom inicia o processo de fusão do deutério, e
por isso apresentam um fraco brilho. Como já dito, esses objetos não
possuem massa suficiente para iniciar o processo de fusão do hidrogênio.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Os pesquisadores disseram que precisam
de mais dados para entender por que as novas medidas do tamanho dos
prótons não correspondem com as antigas.
“A discrepância é muito grave”, disse
Randolf Pohl, cientista do Instituto Max Planck. “Não sabemos se há
algum erro ou se há a necessidade do desenvolvimento de novas teorias
físicas.
O incrível encolhimento do próton
O próton é uma partícula de carga
positiva no núcleo atômico – os blocos de construção de toda a matéria
do universo. Anos de medições atrelaram o próton em um tamanho de 0,8768
femtômetros de raio (um femtômetro equivale a um milionésimo de um
bilionésimo de metro).
Mas um novo método utilizado em 2009
revelou uma medida diferente: 0,84087 femtômetros , uma diferença de 4%,
algo notável para os padrões físicos.
As medições anteriores haviam usado
elétrons, partículas de carga negativa que orbitam o núcleo do átomo,
para determinar o raio do próton. Para fazer a medição com os elétrons,
os pesquisadores podem dispará-los em prótons para medir como os
elétrons são desviados. Este método fornece informações sobre o tamanho
do próton positivamente carregado.
Outra alternativa é tentar fazer o
movimento de elétrons, que orbitam o núcleo de um átomo, onde prótons
residem em diferentes níveis orbitais. Eles podem saltar de órbita para
outra, aumentando ou diminuindo sua energia, e liberando ou não uma
partícula elementar de luz chamada fóton. A quantidade de energia
necessária para mover um elétron de órbita para outra pode revelar o
tamanho do próton.
Pohl e seus colegas não utilizaram
somente elétrons em suas medidas do próton. Em vez disso, eles se
voltaram para outra partícula de carga negativa chamada múon, que é 200
vezes mais pesada do que um elétron, por isso orbita o próton 200 vezes
mais perto, facilitando a medição da partícula.
Possíveis explicações
Estas medidas do múon deram um resultado
totalmente inesperado para o tamanho do raio do próton, Pohl disse.
Agora, os físicos estão buscando explicar as discrepâncias.
Uma possibilidade é que as medições
estão simplesmente erradas. Pohl disse que esta “explicação chata” é a
mais provável, mas nem todos os físicos concordam.
Assim, a discrepância pode revelar uma
nova física não explicada pelo Modelo Padrão. Talvez haja algo de
desconhecido sobre como múons e elétrons interagem com outras
partículas, disse John Arrington, físico do Laboratório Nacional
Argonne, em Illinois.
Físicos entrelaçam fótons que não existem ao mesmo tempo
Os físicos já sabiam que a mecânica quântica permite uma conexão
sutil entre partículas chamada entrelaçamento, onde uma alteração na
partícula A reflete na partícula B instantaneamente, mesmo esta estando a
anos-luz de distância. Agora, pesquisadores israelenses demonstraram
que é possível entrelaçar dois fótons que nem sequer existem ao mesmo
tempo.
“É muito legal”, diz Jeremy O’Brien, pesquisador da
Universidade de Bristol, no Reino Unido, que não estava envolvido no
trabalho. Esse entrelaçamento é previsto pela teoria quântica padrão,
mas nunca foi testado”.
O emaranhamento (ou entrelaçamento) é
uma espécie de ordem que se esconde dentro da incerteza da teoria
quântica. Suponha que você tenha uma partícula quântica de luz, ou
fóton. Ele pode ser polarizado de modo que se move tanto na vertical
quanto na horizontal. Graças à incerteza quântica, um fóton pode ser
polarizado verticalmente e horizontalmente, ao mesmo tempo. Se você
medir o fóton, no entanto, vai encontrá-lo polarizado horizontalmente ou
verticalmente, e nunca nos dois modos. Em outras palavras, a observação
é capaz de alterar (ou definir) o estado da partícula.
O
entrelaçamento pode acontecer se você tiver dois fótons. Cada um deles
pode ser colocado no estado vertical ou horizontal. No entanto, os
fótons podem ser emaranhados de modo que suas polarizações estejam
correlacionadas, mesmo enquanto eles permanecem indeterminados. Por
exemplo, se você medir o primeiro fóton e achar que é polarizado
horizontalmente, você vai saber que o outro fóton instantaneamente está
no estado vertical, e vice-versa, não importa o quão longe ele está.
Albert Einstein apelidou o efeito de “ação fantasmagórica à distância”.
Ele não viola a relatividade, no entanto: É impossível controlar o
resultado da medição do primeiro fóton, então a ligação quântica não
pode ser usada para enviar uma mensagem mais rápida do que a luz, por
exemplo.
Agora, Eli Megidish, Hagai Eisenberg, e seus colegas
da Universidade Hebraica de Jerusalém, têm dois fótons emaranhados que
não existem ao mesmo tempo. Eles começam com um esquema conhecido como
troca de emaranhamento. Para começar, os pesquisadores atiram em um
cristal luz laser duas vezes para criar dois pares de fótons
emaranhados, o par 1 e 2, e o par 3 e 4. No início, os fótons 1 e 4 não
estão amarrados. Mas eles podem estar, se o truque certo for usado com 2
e 3.
Para descobrir a polarização dos fótons, basta medir a
polaridade de um fóton em cada par (como o fóton 2 e o fóton 3). Quando
eles fazem, forçam os fótons restantes (1 e 4) a se entrelaçarem. Isso
já havia sido feito anteriormente.
No entanto, os físicos
israelenses foram além, e entrelaçaram os fótons 1 e 4, mesmo tendo
destruído o fóton 1 antes de criar o 4. Para isso, eles esperaram para
criar o segundo par (3 e 4) somente após que o primeiro (1 e 2) havia
sido medido. Assim, ao medir o fóton 4 do segundo par, ele se entrelaça
de modo automático com o fóton 1, que estava “sozinho”, mesmo este não
existindo mais. Em outras palavras, os fótons 1 e 4 estão entrelaçados,
embora nunca coexistam.
domingo, 26 de maio de 2013
Orbital Sciences Corporation has confirmed the next opportunity to test launch its Antares rocket from NASA's Wallops Flight Facility in Virginia will be no earlier than 5:00 p.m. EDT on Saturday, April 20. NASA TV coverage of the launch will begin at 4:30 p.m. By the time coverage starts, the launch window will likely have been reduced to 10-15 minutes. An attempt Friday was called off after review of the weather forecast. Saturday’s forecast indicates an 85 percent chance of favorable conditions. If needed, a back-up launch opportunity is available on Sunday. For an updated briefing and NASA TV coverage schedule, follow: http://www.nasa.gov/
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Existem 100 bilhões de planetas na nossa galáxia
Nossa Via Láctea é lar de pelo menos 100 bilhões de planetas, e possivelmente muito mais, um novo estudo sugere.
"É um número impressionante, se você parar pra pensar", disse o autor
do estudo Jonathan Swift, da Caltech, em Pasadena (EUA). "Basicamente,
há um desses planetas pra cada estrela".
Swift e seus colegas chegaram à essa estimativa após estudar um sistema
de cinco planetas chamado Kepler-32, que fica a cerca de 915 anos-luz
da Terra.
Portanto, a galáxia pode realmente abrigar muito
mais planetas do que a estimativa dos pesquisadores, talvez 200 bilhões,
segundo Swift.
Os mundos do sistema de Kepler-32 possuem um
diâmetro que varia de 0,8 a 2,7 vezes o da Terra, e todos orbitam sua
estrela à uma distância de 16 milhões de quilômetros.
O estudo
também sugere que os planetas de Kepler-32 se formaram originalmente
mais distantes da estrela, mas migraram para o interior do sistema ao
longo do tempo.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Em física, um buraco de verme ou buraco de minhoca é uma característica topológica hipotética do continuum espaço-tempo, a qual é, em essência, um "atalho" através do espaço e do tempo. Um buraco de verme possui ao menos duas "bocas" conectadas a uma única "garganta" ou "tubo". Se o buraco de verme é transponível, a matéria pode "viajar" de uma boca para outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de verme, um contínuum espaço-temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral.
O termo buraco de verme (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Wheeler em 1957. Todavia, a ideia dos buracos de verme já havia sido proposta em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético.
Mesmo se alguém encontrasse um buraco de verme e viajasse através dele, os cientistas não têm certeza sobre como isso afetaria o indivíduo. Alguns acreditam que um buraco de verme não se manteria estável por tempo suficiente para permitir a travessia. E existem teorias que sugerem que mesmo que ele permaneça estável, o viajante seria alterado de formas indeterminadas e poderia experimentar danos ao coração ou cérebro, e possivelmente até a morte.
- Buracos de verme de Schwarzschild
Buracos de verme lorentzianos, conhecidos como buracos de verme de Schwarzschild ou pontes de Einstein-Rosen são pontes entre áreas do espaço que podem ser modeladas como soluções de vácuo para as equações de campo de Einstein ao combinar os modelos de um buraco negro e um buraco branco7 . Esta solução foi descoberta por Albert Einstein e seu colega Nathan Rosen, os quais publicaram o resultado em 1935. Todavia, em 1962 John A. Wheeler e Robert W. Fuller publicaram um paper demonstrando que este tipo de buraco de verme é instável, e que ele colapsará instantaneamente tão logo se forme, impedindo que mesmo a luz consiga atravessá-lo.
Antes que os problemas de estabilidade dos buracos de verme de Schwarzschild se tornassem aparentes, foi proposto que quasares eram buracos brancos, constituindo o fim de buracos de verme deste tipo.
Físicos e teóricos acreditam exitirem buracos de minhoca criados naturalmente em todo o universo pela física da imensa força gravitacional de buracos negros, segundo a relatividade geral (e=mc2) que sgnifica; energia é igual a massa do objeto multiplicado pela velocidade da luz (300.000 km/s) ao quadrado, se o peso descomunal de um buraco negro pode criar a ponte de Eintein Rosen (buraco de minhoca) a energia também pode, muitos físicos acreditam ser impossivel reprodizir uma energia equivalente a um buraco negro, porém outros discordam citando como exemplo os aceleradores de particulas que produzem pequenos buracos negros, resultado das colisões de partículas que são aceleradas por imãs quase a velocidade da luz, a energia dessas colisões são tão intensas que produzem pequenos buracos negros, estes duram apenas uma fração de segundos e são microscópicos, mas é o suficiente para fazer físicos e teóricos acreditarem na possibilidade de criar um buraco de minhoca.
O termo buraco de verme (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Wheeler em 1957. Todavia, a ideia dos buracos de verme já havia sido proposta em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético.
Mesmo se alguém encontrasse um buraco de verme e viajasse através dele, os cientistas não têm certeza sobre como isso afetaria o indivíduo. Alguns acreditam que um buraco de verme não se manteria estável por tempo suficiente para permitir a travessia. E existem teorias que sugerem que mesmo que ele permaneça estável, o viajante seria alterado de formas indeterminadas e poderia experimentar danos ao coração ou cérebro, e possivelmente até a morte.
- Buracos de verme de Schwarzschild
Buracos de verme lorentzianos, conhecidos como buracos de verme de Schwarzschild ou pontes de Einstein-Rosen são pontes entre áreas do espaço que podem ser modeladas como soluções de vácuo para as equações de campo de Einstein ao combinar os modelos de um buraco negro e um buraco branco7 . Esta solução foi descoberta por Albert Einstein e seu colega Nathan Rosen, os quais publicaram o resultado em 1935. Todavia, em 1962 John A. Wheeler e Robert W. Fuller publicaram um paper demonstrando que este tipo de buraco de verme é instável, e que ele colapsará instantaneamente tão logo se forme, impedindo que mesmo a luz consiga atravessá-lo.
Antes que os problemas de estabilidade dos buracos de verme de Schwarzschild se tornassem aparentes, foi proposto que quasares eram buracos brancos, constituindo o fim de buracos de verme deste tipo.
Físicos e teóricos acreditam exitirem buracos de minhoca criados naturalmente em todo o universo pela física da imensa força gravitacional de buracos negros, segundo a relatividade geral (e=mc2) que sgnifica; energia é igual a massa do objeto multiplicado pela velocidade da luz (300.000 km/s) ao quadrado, se o peso descomunal de um buraco negro pode criar a ponte de Eintein Rosen (buraco de minhoca) a energia também pode, muitos físicos acreditam ser impossivel reprodizir uma energia equivalente a um buraco negro, porém outros discordam citando como exemplo os aceleradores de particulas que produzem pequenos buracos negros, resultado das colisões de partículas que são aceleradas por imãs quase a velocidade da luz, a energia dessas colisões são tão intensas que produzem pequenos buracos negros, estes duram apenas uma fração de segundos e são microscópicos, mas é o suficiente para fazer físicos e teóricos acreditarem na possibilidade de criar um buraco de minhoca.
Assinar:
Postagens (Atom)




